sexta-feira, 23 de março de 2012

Kobe Beef - Carne a preço de ouro


Kobe Beef é a carne mais cara e saborosa do mundo. Criada no Japão, tradicionalmente na região de Kobe, a carne é extraída da raça Wagyu.

Com um processo de produção rodeado de lendas, os bois têm aparência mais atarracada e pelagem mais densa do que a dos bois criados no Ocidente. Esse animais têm predisposição genética para acumular praticamente o dobro da quantidade de gordura das outras raças. Sua maior característica e diferencial é que essa gordura fica entremeada à carne, chamada marmoreio, que produz a super maciez do Kobe Beef.

Para um melhor resultado, os animais têm seus movimentos limitados, evitando o enrijecimento dos músculos. Recebem massagens, acupuntura, dormem sobre tapetes térmicos, ouvem música clássica e bebem cerveja e saquê.

O Kobe espalhou-se rapidamente pelos mercados mais ricos do mundo. Por seu preço, é chamado de "ouro vermelho". Comer um bife de Kobe pode custar até 800 dólares em Nova York. Um hambúrguer feito com a carne do boi japonês chega a 80 dólares. No Brasil, podemos encontrar a carne sendo vendida em torno de R$150,00/kg e o hamburguer a R$30,00 a unidade.

Com o bom uso da tecnologia e do grande investimento financeiro feito, o Brasil conquistou rapidamente, em número de cabeças de gado, o posto de quarto maior produtor de Kobe do mundo. Já existe até a Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos da Raça Wagyu (em japonês, Wagyu significa gado japonês). 

Apesar disso, alguma pessoas consideram heresia chamar a nossa produção de Kobe Beef, pois não seguimos exatamente os mesmos rituais japoneses e o ambiente natural é bem distinto. Os Wagyus nacionais ficam soltos no pasto e enfrentam um clima mais quente, o que reduz sua fome. As massagens são esporádicas, o gado só vai para o confinamento meses antes do abate e, o principal, a carne brasileira não chega ainda ao mesmo nível de "marmoreio" (grau de gordura entre as fibras), principal critério de avaliação de qualidade de um Kobe Beef.

Veja aqui a tabela de comparação do gado Wagyu japonês e produzido no Brasil. 



fonte REVISTA VEJA

Porque os Atuns gigantes custam uma fortuna?



Funcionários do mercado atacadista Tsukiji, em Tóquio, carregam um atum-rabilho vendido por um preço recorde no primeiro leilão do ano.
O peixe de 342 kg foi vendido por 32,49 milhões de ienes (US$ 396,7 mil ou seja, R$ 658,52 mil) nesta quarta-feira. O peixe custou a bagatela U$ 1.160,00 o quilo, aproximadamente R$ 1.926,00/kg. É o maior valor desde 1999, quando os dados começaram a ser divulgados .
No ano passado, o valor recorde pago por um peixe havia sido US$ 175 mil por um atum-rabilho de 232 kg.
Segundo correspondentes, o atum-rabilho é considerado o de melhor qualidade para fazer sushi. O alto consumo e a pesca predatória intensa contribui para a redução da quantidade de atum no planeta, que já é considerado uma expécie em risco de extinção.

Iguaria é iguaria, mas para nós, pessoas comuns, parece um verdadeiro exagero o custo de um "peixe". Mas existem algumas justificativas.
Comecemos pela carne que o peixe tem. A barriga do atum é conhecida como Toro, que é a parte mais nobre do peixe e é comida em forma de sushi e sashimi. Este pedaço do peixe é rico em gordura, extremamente macio e saboroso, além de ser abundante em ômega 3 e 6. O Toro é normalmente dividido em dois sub-tipos: Chutoro e Otoro. São normalmente mais caros por serem pedaços pequenos do peixe.
A pesca desses atuns enormes e especiais é muito complicada. Os peixes são pescados a mão e linha, com utilização de iscas vivas. A pesca é feita a aproximadamente 50m de profundidade e o peixe é, ainda dentro da água, abatido através de descargas elétricas para se debater o mínimo possível. No barco mesmo, todo o seu sangue é retirado para evitar que a adrenalina acabe prejudicando a qualidade da carne. Todo esse cuidado vem do fato de que o excesso de água e a adrenalina liberada pelo stress do peixe quando está morrendo são as principais causas dos peixes e frutos do mar serem tão perecíveis.

Após o abate, os peixes têm as entranhas retiradas e são envoltos em gelo, ainda em alto mar, para se resfriar a 0°C o mais rápido possível. No caso do atum, isso é imprescindível, pois, como é um peixe muito rápido e que se movimenta muito, tem o sangue ligeiramente quente.

Outro fator é o mar onde esses peixes são pescados, que geralmente são extremamente agitados e gelados, fazendo com que os atuns ganhem muita gordura. Mas a gordura por si só não justifica o valor e nem o sabor do atum. Esse mar revolto e frio, cria no atum uma carne firme e super oxigenada, causada pelo excesso de movimento, o que melhora muito o sabor da carne.

O maior problema dessa pesca predatória é que diversas espécies de atum estão entrando em extinção. Antigamente, somente o japoneses eram consumidores de sushis e sashimis, mas, como todos sabemos, o mundo inteiro passou a comer esses pratos e a demanda aumentou muito. Estima-se uma redução aproximada de 80% na população de atuns em todo o mundo desde 1958, ano em que os registros e estudos começaram.

O Japão, sozinho, consome até 80% de todo atum pescado anualmente. Por causa disso, órgãos controladores japoneses sugeriram a restrição o comércio de agumas espécies, pelo menos até os pesquisadores conseguirem descobrir formas mais sustentáveis dessas atividades, sem sucesso. 

Apesar de toda procura, a grande quantidade de mercúrio encontrada na carne do atum pode trazer diversos problemas de saúde para o homem. Na verdade, praticamente todos os peixes têm uma quantidade pequena de mercúrio, mas os atuns chegam a ter um número 3 vezes maior da substância. Incêndios, fogueiras e indústrias liberaram mercúrio na atmosfera, que chega ao mar através dos rios, ventos e chuvas. Esse metal é absorvido pelas bactérias oceânicas e são convertidos em metilmercúrio, que é mais tóxico e mais facilmente absorvido por seres vivos. Essas bactérias acabam por cair na cadeia alimentar. Pequenos peixes comem plantas e microorganismos contaminados, que absorvem e acumulam o metilmercúrio. Os atuns e outros peixes grandes comem os peixes menores e se contaminam naturalmente. Quanto maior e mais velho for o peixe, maior deve ser a concentração de mercúrio em sua carne. Um grande atum pode comer um quarto do seu peso por dia, o que representa uma imensa ingestão de metilmercúrio.

fonte K-NEWS e Terra



segunda-feira, 19 de março de 2012

Receita - Filé mignon suíno marinado


Espetos são úteis para esta receita. Eles seguram os quatro filés em conjunto,tornando mais fácil virar quando for grelhar na churrasqueira ou na grelha. Mas pode ser usado com os tradicionais espetos de churrasco, ou feito na grelha utilizando um pegador para virar a carne.
INGREDIENTES
Para a marinada
½ colher de chá de cominho em sementes
1 colher de chá de erva-doce em sementes2 cravos
1 colher de sopa cheia de páprica doceRaspas e sumo de 1 laranja
T
omilho fresco picado
4 dentes de alho, descascados e picados
150ml ketchup 6 colheres de sopa de vinagre balsâmico
1,6kg de filé mignon suíno, cortado em 4 filés de 400g cadasal e pimenta do reino
opcional
um punhado de coentro fresco picado

MODO DE PREPARO
1- Para fazer a sua marinada, esmagar o cominho, as sementes de erva-doce e cravo em um pilão, misture com as raspas de laranja, páprica, sumo de laranja, tomilho, alho, ketchup e vinagre balsâmico.
2- Tempere os filés de porco com sal e pimenta, em seguida, cubra com a marinada e deixe descansar por 12 horas.
3- Se você tiver espetos de madeira ou de metal, coloque os lado a lado e espete, deixando cerca de 3 cm de distância entre eles.
4- Coloque os espetos em uma grelha quente ou churrasqueira por cerca de 20 minutos, ou até estarem bem dourados.
5- Toda vez que virar a carne, pincele generosamente com a marinada, assim a carne não resseca.
6- Quando estiver pronta a carne, no ponto que você preferir, sirva com coentro picado por cima e com suco de limão.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Receita - Molhos especiais para sua salada


Molho de iogurte: 
Em uma vasilha, misture 1 copo de iogurte natural, 2 colheres de sopa de azeite, 1/2 colher de sopa de suco de limão, 1 colher de sopa de molho de soja, 1 colher de sopa de gengibre ralado e sal a gosto.
Molho de alho: 
Em uma vasilha, misture 1 colher de sopa de mostarda e 2 colheres de sopa de suco de limão.  Junte 3 colheres de sopa de azeite em fio, batendo com um garfo até formar um molho espesso. Junte dois dentes de alho picados e 1 talo de cebolinha picado. Misture e tempere com sal a gosto.
Molho de nozes: 
Em uma saladeira, misture 1 colher de sopa de mostarda, 4 colheres de sopa de suco de limão, 1 embalagem de iogurte natural e 3 colheres de sopa de creme de leite. Junte 6 colheres de sopa de salsa e 6 nozes picadas. Tempere com sal e pimenta-do-reino e mexa bem até ficar homogêneo.

Molho de requeijão: 
Em uma vasilha, misture 3 colheres de sopa de requeijão, 2 colheres de sopa de mostarda e 3 colheres de sopa de azeite. Junte 5 colheres de sopa de água e tempere com sal e pimenta a gosto. Com a ajuda de um garfo misture bem até ficar homogêneo.
Molho vinagrete de hortelã e balsâmico
Em uma vasilha, misture 2 tomates picados, 20 folhas de hortelã e 1 cebola picada. Junte 2 colheres de sopa de aceto balsâmico, 3 colheres de sopa de aeite e 1 colher de sopa de mel. Tempere com sal e pimenta e mantenha na geladeira até o momento de servir.
Molho de mostarda
Em uma vasilha, misture 2 colheres de sopa de mel, 1 colher de chá de azeite e 4 colheres de chá de mostarda. Sirva em seguida.

Receita - Escondidinho de carne seca


Um bela receita, típica do Nordeste. Feita com muito sabor para a família e amigos.

RECEITA 
Tempo de preparação: 30 minutos
Tempo de cozimento: 1h
Tempo total: 1h e 30 minutos
Dificuldade: Fácil
Rendimento: 6 porções 

Ingredientes

500g de carne seca
2 cebolas picadas
50g de manteiga
2 colheres de sopa de salsinha picada
2 colheres de sopa de cebolinha picada
2 colheres de sopa de tomilho
500g de mandioquinha
50g de manteiga
200ml de creme de leite fresco
100g de queijo parmesão ralado
Óleo para fritar
Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo

1- Deixe a carne seca de molho na água (dentro da geladeira, de um dia para o outro), trocando a água de 4 em 4 horas.
2- Cozinhe a carne seca na panela de pressão, depois desfie e reserve.
3- Refogue a cebola em 50g de manteiga, junte a carne seca e a salsinha.
4- Cozinhe a mandioquinha até ficar bem macia. Enquanto ainda estiver quente, bata em um processador de alimentos ou passe pelo espremedor.
5- Leve a mandioquinha processada para a panela (fogo baixo), junte a manteiga, o creme de leite (aquecido) e o queijo ralado. Cozinhe até ficar homogêneo.
6- Acerte o sal e tempere com pimenta.
7- Monte o escondidinho colocando a carne seca refogada e por cima o purê de mandioquinha.
8- Polvilhe o queijo ralado por cima e leve para gratinar. 


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